Mostrar mensagens com a etiqueta à conversa com.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta à conversa com.... Mostrar todas as mensagens

Próximo À conversa com... será com a Escritora RAQUEL OCHOA | 17 de Julho, 21h30

"As Noivas do Sultão" um romance histórico




Informação sobre a Autora


Lisboa, 1980. Licenciou-se em Direito. O seu primeiro romance,A Casa-Comboio, que retrata a saga de uma familia indo--portuguesa, foi galardoado com o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luis, tendo sido também editado em ltália. Seguiram-se Sem Fim a Vista — A Viagem, uma obra sobre a luta de um doente cardíaco contra a morte, e Mar Humano, que decorre nos bastidores da imprensa e que constitui uma reflexão sobre os desafios do jornalismo que actualmente se pratica.
Publicou as biografias A Infanta Rebelde, uma obra que testemunha o percurso da vida singular e apaixonante da Infanta D. Maria Adelaide de Bragança, e Bana — Uma vida a Cantar Cabo Verde, a biografia do famoso cantor e embaixador da música cabo-verdiana.

Repórter de viagens, é ainda autora de O Vento dos Outros, que resulta de uma jornada de muitos meses por diversos países da América do Sul. No âmbito das «Viagens de Autor» promovidas pela agência Pinto Lopes, dirige grupos em expedições pelo Peru, Bolívia, Cabo Verde ou pela Índia Portuguesa. O resultado das suas inúmeras viagens pode ser lido em www.omundoleseaviajar.blogspot.com.

É colaboradora habitual de diversos jornais e revistas.

O Livro

Em 1793, Marrocos encontrava-se em guerra. Abdessalam, o filho designado pelo imperador para o suceder, pediu à sua mulher, à família real e às concubinas que saíssem de Casablanca. A viagem até Rabat não deveria demorar mais do que dois ou três dias, mas uma tempestade arrastou as embarcações para o Atlântico. Depois de quase perecer num naufrágio, a comitiva marroquina chegou à ilha da Madeira e depois aos Açores. Ali, foi obrigada a aceitar a ajuda de experientes marinheiros portugueses que a guiou até Lisboa, onde chegou bastante debilitada. Na capital do reino, mandatado pela rainha D. Maria I, Frei João de Sousa, um prestigiado arabista membro da Academia das Ciências, mediou os encontros diplomáticos, tornando-se o homem que mais privou com as princesas marroquinas.

Mas a presença da inusitada comitiva estendeu-se por mais tempo do que o esperado e dentro do grupo de concubinas nem todas pareciam querer, afinal, voltar a Marrocos.

Web: raquelochoa.blogspot.com
Facebook: RAQUELOCHOAPAGINAOFICIAL




Próxima À conversa com... Rui Cardoso Martins, com o livro "O osso da borboleta" | 20 de Fev. 2015 | 21h30


O Osso da Borboleta

Rui Cardoso Martins


20 de Fev. 2015 | 21h30
Sala Couto Viana | Biblioteca Municipal








O Autor

Rui Cardoso Martins nasceu em Portalegre, em 1967. É autor dos romances «E Se Eu Gostasse Muito de Morrer» (2006), «Deixem Passar o Homem Invisível» (2009, Grande Prémio de Romance e Novela APE) e «Se Fosse Fácil Era para os Outros» (2012). Tem livros traduzidos em inglês, espanhol e húngaro. Publicou contos em várias revistas nacionais e internacionais. É argumentista de cinema. Foi co-fundador das Produções Fictícias, autor do programa «Contra--Informação» e de várias séries dramáticas e de comédia. É jornalista e cronista do jornal «Público» desde a sua criação.
«O Osso da Borboleta» é o seu quarto romance, o primeiro na Tinta-da-china.

O Livro

Uma cidadezinha atlântica portuguesa, hoje. Praia, casino, pescadores, peixeiras, doutores, bandidos, o rasto dos refugiados judeus da Segunda Guerra. Nesta terra consumida pela grandeza do passado — ou pela falsa memória de que foi grande — um homem escondeu-se do mundo. Onde nem todos os polícias juntos o encontram. Fala com as pombas e com deusinhos gregos, tem um Olimpo de vitrine. Quem não fez isto e aquilo e aqueloutro naquela altura?
A vizinha de baixo arrasta as pantufas da velhice e da solidão, insulta as suas flores. Purificação já foi a mais bela mulher da cidade. O jogo do passado vem ter com a Borboleta. Um deus de província e do dinheiro sujo quer esmagá-la. Morre o cão, acaba a raiva.
«O Osso da Borboleta» é um romance sobre um país que não encontra lugar no mundo. Da aflição das pessoas que procuram o amor, de fracasso em fracasso. Comédia humana onde, apesar de tudo, o mal pode morrer e a vida continuar.

“À conversa com…” é uma iniciativa da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo que visa promover, em torno do livro, o diálogo e a troca de conhecimentos com escritores contemporâneos, proporcionando a oportunidade de conviver de perto com os autores.

À conversa com... João Tordo com o livro «Biografia involuntária dos amantes»

Iniciativa de ENTRADA LIVRE e com sessão de autógrafos.

14 de NOVEMBRO| 21h30 Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal



O Autor

João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Formado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa, trabalhou como jornalista freelancer  em vários jornais. Viveu em Londres e nos Estados Unidos. Em 2001, venceu o Prémio Jovens Criadores na categoria de Literatura e, mais tarde, o Prémio Literário José Saramago 2009 com As Três Vidas (2008), tendo sido finalista, com o mesmo romance, do Prémio Portugal Telecom, em 2011. Com o romance O Bom Inverno, publicado em 2010, foi finalista do Prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores e do Prémio Fernando Namora; a tradução francesa integrou os finalistas da 6.ª edição do Prémio Literário Europeu. Da sua obra publicada constam ainda os romances: O Livro dos Homens sem Luz (2004),  Hotel Memória (2007),  Anatomia dos Mártires (2011), finalista do Prémio Fernando Namora, e O Ano Sabático (2013). Os seus livros estão publicados em vários países, incluindo França, Itália e Brasil. Biografia involuntária dos amantes é o seu sétimo romance.





O Livro
Numa estrada adormecida da Galiza, dois homens atropelam um javali. A visão do animal morto na estrada levará um deles  —Saldaña Paris, um jovem poeta mexicano de olhos azuis inquietos — a puxar o primeiro fio do novelo da sua vida. Instigado pelas confissões desconjuntadas do poeta, o seu companheiro de viagem — um professor universitário divorciado — irá tentar descobrir o que está por trás da persistente melancolia de Saldaña Paris. A viagem de descoberta começa com a leitura de um manuscrito da autoria da ex-mulher do mexicano, Teresa, que morreu há pouco tempo e marcou a vida do poeta como um ferro em brasa. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida.
As páginas escritas por Teresa revelam a sua adolescência no seio de uma família portuguesa contaminada pela desilusão: um pai ausente e alcoólico, um tio aventureiro e misterioso, uma mãe
demasiado protectora. Mas o que ressalta com maior vivacidade daquelas páginas é o relato enternecedor do seu primeiro amor, ao mesmo tempo que começam a insinuar-se na sua vida realidades grotescas e brutais. Confrontado pela primeira vez com a suspeita dessa terrível possibilidade,  Saldaña Paris mergulha numa depressão profunda. Determinado em libertar o amigo do poder corrosivo do mal, o nosso narrador compõe então, peça a peça, a biografia involuntária dos dois amantes. Uma biografia que passa pelo desvelar do passado, para que este não contamine irremediavelmente o futuro. 

À conversa com... MANUEL JORGE MARMELO com o livro «O Tempo Morto É Um Bom Lugar»

Iniciativa de ENTRADA LIVRE e com sessão de autógrafos.

31 de OUTUBRO | 21h30 Sala Couto Viana da Biblioteca Municipal

marmelo-portal

O Autor

Nasceu em 1971, na cidade do Porto.
É jornalista desde 1989. Em 1994 ganhou o prémio de jornalismo da Lufthansa e em 1996 a menção honrosa dos Prémios Gazeta de Jornalismo do Clube de Jornalismo/ Press Club.
O seu primeiro livro, O Homem que Julgou Morrer de Amor(novela e teatro), inaugurou, em 1996, a coleção Campo de Estreia, da Campo das Letras.
Publicou, depois, Portugués, Guapo y Matador (romance, 1997), Nome de Tango(romance, 1998), As Mulheres Deviam Vir com Livro de Instruções (romance, 1999), O Amor é para os Parvos (romance, 2000), Palácio de Cristal, Jardim-Paraíso (álbum, 2000), Sertão Dourado (romance, 2001), Paixões & Embirrações (crónicas, 2002), Oito Cidades e Uma Carta de Amor (contos e fotos, 2003), A Menina Gigante (infantil, 2003) e Os Fantasmas de Pessoa (romance, 2004).
Tem publicado regularmente textos e contos em diversas antologias e publicações, em Portugal, no Brasil e em França. Alguns destes textos figuram neste livro.
Desde julho de 2001, o seu nome consta do Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, da Porto Editora, sendo o mais jovem dos nomes biografados.
Em junho de 2005, com o livro O Silêncio de Um Homem Só, é-lhe atribuído o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. 

O Livro

Galardoado recentemente com o Prémio Correntes d’ Escritas/Casino da Póvoa 2014, pelo romance Uma Mentira Mil Vezes Repetida, M.J. Marmelo lança um extraordinário romance em que temas fundamentais do nosso tempo são tratados com a mais apurada mestria literária.

Depois de acordar ao lado do cadáver de Soraya - a mestiça belíssima, estrela televisiva, com quem mantinha uma relação íntima a pretexto de lhe escrever a autobiografia -, o jornalista desempregado Herculano Vermelho entrega-se à polícia e é preso. Não tem memória de nada, nem de que possa ter sido ele a matar a jovem mulher, mas a prisão parece-lhe ser o lugar ideal, o espaço de sossego e de liberdade (sem contas para pagar, sem apresentações regulares no centro de emprego, sem pressões de qualquer espécie), para passar a sua vida em revista, a relação com as mulheres, e escrever a autobiografia da rapariga morta

O Tempo Morto É Um Bom  Lugar recria ainda a história da breve vida de Soraya e conta a investigação pouco ortodoxa que o jornalista veterano João António Abelha leva a cabo sobre a autoria do crime e, afinal, da própria ficção.


Próxima "À conversa com..." Fernando Dacosta com o livro "O Botequim da Liberdade" | 11 de Abril

“À conversa com…” é uma actividade mensal na Biblioteca Municipal e nas escolas interessadas.



Próxima "À conversa com..." - dia 11 de Abril

Fernando Dacosta com o livro  

"O Botequim da Liberdade" 

  21h30 |sala Couto Viana


Fernando Dacosta (Romancista, dramaturgo, conferencista, jornalista)
   
Fernando Dacosta nasceu em Angola de onde saiu, em criança, para o Alto Douro. Fixado em Lisboa, cursa Letras e inicia-se no jornalismo e na literatura. Integrou as redacções de órgãos de comunicação social como a Flama, o Diário de Lisboa, o Diário de Notícias, O Jornal, o Público e a Visão.
Tem mais de 25 obras publicadas.  Destacam-se:
- Um Jipe em Segunda Mão sobre a guerra colonial (Prémio de Teatro da RTP, da Associação Portuguesa de Críticos, da Casa da Impresa);
- O romance O Viúvo (Grande Prémio Círculo de Leitores-Ler);
- As narrativas Moçambique, Todo o Sofrimento do Mundo (Prémios Gazeta e Fernando Pessoa); Os Retornados Estão a Mudar Portugal (Prémio Clube Português de Imprensa); Máscaras de Salazar e Os Mal-Amados.
Em 1995 foi agraciado com a Ordem do Infante D. Henrique e, em 2013 eleito sócio-correspondente da Academia de Ciências de Lisboa, secção de Letras.

Neste livro, o autor dá-nos a conhecer como Natália Correia marcou, a partir de um pequeno bar de Lisboa, o século XX português...

MARÇO'14 - À conversa com... Tiago R. Santos com o Livro "A VELOCIDADE DOS OBJECTOS METÁLICOS"

“À conversa com…” é uma actividade mensal na Biblioteca Municipal e nas escolas interessadas.



Próxima "À conversa com..." - dia 28 de MAR.


  21h30 |sala Couto Viana



AUTOR - Tiago Santos nasceu em Lisboa, em 1976. Depois de uma passagem por Nova Iorque, onde estudou guionismo, assinou, em 2007, o argumento de “Call Girl”, vencedor do Globo de Ouro nesse mesmo ano. Depois disso, já escreveu ou coordenou “A Bela e o Paparazzo” e as séries “Conta-me Como Foi” e “Liberdade 21”. É também crítico de cinema na revista Sábado e o seu mais recente argumento “Os Gatos Não Têm Vertigens”, realizado por António-Pedro Vasconcelos, estreará nas salas portuguesas em 2014.

Tiago R. Santos, autor das séries “Conta-me como Foi” e “Liberdade 21” e dos filmes “A Bela e o Paparazzo” e “Call Girl”, estreia-se nos livros com A Velocidade dos Objectos Metálicos, um romance intenso e surpreendente que questiona os valores do mundo em que vivemos. Partindo do universo repressivo de um colégio de Lisboa, o livro segue a vida de alunos e professores, onde o passado e as experiências da adolescência estão sempre presentes, como tatuagens que nunca precisam de ser retocadas.

O livro retrata um universo marcado pela violência gratuita, o medo, a tentação do abismo e a amizade, que se manifestam de formas inesperadas. Deuses e homens procuram uma ordem, mas boicotam-se a eles próprios. A provar, a todo o momento, que o mundo dos adultos não é feito para crianças.

Fonte de informação: Clube do Autor | Comunicado de Imprensa



À conversa COM... GONÇALO M . TAVARES | 20 DEZ | 21h30



O Autor
Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970, em Luanda. Passou a sua infância em Aveiro. Publicou a sua primeira obra em dezembro de 2001. Editou romances, contos, ensaio, poesia e teatro.
Em Portugal recebeu vários prémios, entre os quais: o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio LER/Millennium BCP 2004, com o romanceJerusalém; o Grande Prémio de Conto da Associação Portuguesa de Escritores "Camilo Castelo Branco" comÁgua, Cão, Cavalo, Cabeça.
Prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 (Brasil); Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália); Prémio Belgrado Poesia 2009 (Sérvia); Nomeado para o Prix Cévennes 2009 - Prémio para o melhor romance europeu (França)., Grand Prix Littéraire du Web-Culture  2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França).
O seu livro Uma Viagem à India recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE 2011. Os seus livros deram origem, em diferentes países, a diversos trabalhos artísticos e académicos. Está traduzido em cerca de 45 países.
Jerusalém foi o romance mais escolhido pelos críticos do Público para "Livro da Década".
Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, peças radiofónicas, curtas-metragens e objectos de artes plásticas, dança, vídeos de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, entre outras obras.


Sinopse
Atlas do Corpo e da Imaginação é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens de "Os Espacialistas", colectivo de artistas plásticos. É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa - com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade.
Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros. Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro.
Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
In www.bertrand.pt